Imagine um tecido de algodão limpíssimo, feito da fibra mais pura, cultivado e colhido com o máximo cuidado e higiene. Essa imagem é insuficiente para representar a pureza absoluta, pois nossa mente, manchada pelo pecado, mal consegue conceber o que é totalmente puro. A santidade de Deus transcende o conceito mais elevado de pureza que possamos imaginar. Ele é santíssimo, “Santo, santo, santo” (Is 6:3), perfeito em todos os seus atos e desígnios, justo e incorruptível (Dt 32:4). Deus santifica o que toca, mas jamais pode ser contaminado. Sua Palavra afirma que Seus olhos são tão puros que não suportam o mal (Hc 1:13). Ele odeia o pecado. Sua santidade é tão elevada que passaríamos a eternidade tentando contemplá-la sem jamais esgotá-la. Diante disso, devemos nos maravilhar, odiar o pecado e buscar a santidade, pois “sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:16).

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